A FGV Energia planeja e realiza Conferências, Seminários, Congressos e Discussões Temáticas, individualmente ou em parceria com outras unidades da FGV e/ou renomadas entidades de ensino e pesquisa nacionais e internacionais, com o objetivo de proporcionar um debate de alto nível, servindo como conexão entre consumidores e produtores, governo e indústria e acadêmicos.

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Energia em Foco - Estratégias e Desafios Para o Futuro - Os desafios do Setor Elétrico brasileiro na ótica do investidor

25 jun

FGV Energia recebe presidente do Grupo Neoenergia 

As principais questões relacionadas aos setores de geração, transmissão e distribuição foram destaques da palestra da presidente do Grupo Neoenergia, Solange Ribeiro, em mais uma edição do seminário Energia em Foco, promovido pela FGV Energia, no dia 25 de junho. O encontro visou discutir os desafios políticos, econômicos e tecnológicos a serem superados para o desenvolvimento da área no país.

Durante o encontro, a executiva alertou que é preciso mais previsibilidade nos riscos para que os grandes projetos do segmento tenham continuidade. “Hoje o setor vive momentos de incertezas. Para que o setor elétrico possa manter um ritmo de expansão é necessário que ele mantenha a previsibilidade e não haja interferências”, afirmou. Ela deu como exemplo a Usina de Teles Pires, que foi construída em 40 meses e está em fase final de implantação, mas pode não ter como escoar a energia por atrasos na transmissão.

Solange Ribeiro fez ainda um pequeno resumo sobre a importância da Neoenergia para o setor elétrico brasileiro. A empresa está entre os 50 maiores grupos privados do seu segmento. Presente em 13 estados, conta com um time de mais de cinco mil colaboradores diretos e atua em toda a cadeia de energia:  geração, transmissão, comercialização e distribuição. Em distribuição de energia, é o maior grupo privado do setor em número de clientes, ultrapassando a marca dos 10 milhões de unidades consumidoras na Bahia, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte. Na área de geração, possui 37 usinas (14 hidrelétricas, 2 termelétrica, 16 parques eólicos e 5 usinas de cogeração de energia). Até 2019, pretende atingir 3.992MW de capacidade instalada, contribuindo com 2,7% da energia do Brasil.