• Palestrantes: Felipe Perez - IHS Markit; Fernanda Delgado - FGV Energia; Maiara Folly - Plataforma Cipó; e Paulo Sotero - Wilson Center

    Moderador: Felipe Maciel - epbr

    A alternância de poder nos Estados Unidos pode mudar o eixo da discussão sobre mudanças climáticas e transição energética da Europa para os Estados Unidos. Pode trazer também uma retomada do multilateralismo e o resgate da aliança americana com a Europa.  

    E para o Brasil? Onde queremos ficar? Qual será nosso papel caso haja uma nova reconfiguração de poder? Caso essa agenda multilateral seja resgatada?  

    Para discutir  as atualizações políticas sobre a corrida pela presidência norte-americana, o contexto energético internacional e nacional, e as relações internacionais, a FGV Energia e a epbr convidaram alguns especialistas do setor:

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    FGV Energia
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  • Palestrantes: Bernardo Bezerra – PSR; Giovani Machado – EPE; Luiz Horta Nogueira – UNIFEI; e Ricardo Gorini – IRENA

    Moderadores: Felipe Maciel - epbr; e Fernanda Delgado - FGV Energia

    Há muitos sinais de que a transição energética esteja ganhando velocidade no mundo. Entretanto, transformar a matriz energética mundial, calcada no setor petrolífero, cuja indústria definiu a era contemporânea terá profundas consequências na ordem global. E cada país fará a transição energética que puder, souber e lhe couber. Para essa discussão, a FGV Energia e a IRENA, com apoio da agência epbr, u​niram esforços para congregar os melhores especialistas do setor para discutir qual o papel das energias renováveis na transição energética brasileira.

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    FGV Energia
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  • Palestrantes: Bruno Caselli - ANP; Carlos Rocha - Aliança Navegação; Claudio Mastella - Petrobras; Felipe Lopes - Croda; e Luiz Filippe Fernandez - Bunker One

    Moderadores: Fernanda Delgado - FGV Energia; e Marcus Quintella - FGV Transportes

    Nove meses após a entrada em vigor da regulamentação IMO 2020 (International Maritime Organization) sobre a redução do teor de enxofre para combustíveis marítimos (bunkers), a FGV Energia e a FGV Transportes trazem novamente o tema à discussão para entender quais os avanços foram conseguidos até agora.

    Como as companhias se adaptaram em relação à logística, distribuição, adaptação das frotas, e impactos da Covid-19? Já é possível avaliar os benefícios da implementação dessa nova regulamentação? Todos os centros de abastecimentos têm conseguido acesso ao novo combustível?

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    FGV Energia
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  • Palestrantes: Carmen Migueles - FGV EBAPE; Heloísa Borges - EPE; Michelle Hallack - Inter-American Development Bank; e Vania Carvalho - ExxonMobil

    Moderadora: Fernanda Delgado - FGV Energia

    Dentre tantas oportunidades de aprendizado que surgiram com a pandemia, há uma predominância da fala masculina. Segundo Ilana Trombka, equidade, pluralidade e diversidade são conceitos fartamente expostos nas cartas de valores das organizações, com uma obrigatoriedade uniforme que, ao que parece, se mostra apenas uma formalidade. Infelizmente, só uma minoria consegue realmente entendê-los, e um número, ainda menor, exercitá-lo.

    Por isso e para isso, a FGV Energia convidou mulheres líderes em suas áreas para contribuir e compartilhar suas vozes e seus pontos de vista sobre Economia, Política e Energia.

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    FGV Energia
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  • Palestrantes: Anna Paula Pacheco - ENEL; Lafayette de Andrada - Deputado Federal; Marina Meyer Falcão - ABGD e OAB/MG; e Rodrigo Limp - Ministério de Minas e Energia (MME)

    Moderador: Gustavo De Marchi - FGV Energia

    A busca pela organização da legislação e o acompanhamento da modernização do setor elétrico brasileiro nos trouxe a elaboração do Código Brasileiro de Energia Elétrica (CBEE), instrumento com o objetivo de atualizar e acompanhar o avanço do setor frente a inovação tecnológica, os novos padrões de consumo e o aproveitamento racional das fontes de energia.

    Visando a disseminação de informações e o debate sobre o ante-projeto do CBEE, a FGV Energia convidou para o Webinar: "O Código Brasileiro de Energia e a Modernização do Setor Elétrico", que abordará os principais temas endereçados no anteprojeto.

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    FGV Energia
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  • Palestrantes: Alexandre Reis - Firjan SESI; Gisele Mangifeste - Total E&P do Brasil; Mariana França - ANP; e Sergio Kuriyana - SESI Firjan

    Moderadora: Fernanda Delgado - FGV Energia

    Apoio institucional: WISTA Brasil

    Tempos conturbados realmente trazem grandes testes e também oportunidades de aprendizagem. Neste momento o aspecto inegociável e central é a saúde dos trabalhadores e, logo em seguida, a manutenção do sistema econômico por meio do fornecimento seguro e estável de energia. Para atingir esses objetivos finais muito foi flexibilizado, mudado, aprendido e observado.

    FGV Energia e a Coordenação do MBA Saúde da FGV, com apoio institucional da WISTA Brasil, buscaram especialistas para falar sobre as tendências para o setor de óleo e gás e os desdobramentos da pandemia para o offshore e suas adaptações. Dessa forma, gostaríamos de convidá-lo para participar do painel Energia e Saúde.

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    FGV Energia
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  • Palestrante: Reive Barros - ex-Ministério de Minas e Energia (MME)

    Moderadores: Gláucia Fernandes - FGV Energia; Luiz Bezerra - FGV Energia; e Acácio Barreto - FGV Energia

    Após um tumultuado 2020, o setor elétrico aguarda ansiosamente possíveis soluções para o próximo ano. Será inevitável discutir a modernização do setor como um todo de forma a evitar os problemas financeiros que as concessionárias têm enfrentado. 

    Para 2021, enquanto o desafio no setor elétrico será desatar o nó que se formou com a pandemia da Covid-19, o desafio para os profissionais será repensar a suas trajetórias profissionais para acompanhar as novas tendências do setor.

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  • Palestrantes: Ana Marta - Light; Ilana Trombka - Senado Federal; Renata Isfer - Ministério de Minas e Energia; e Silvia Matos - FGV IBRE

    Moderação: Fernanda Delgado - FGV Energia

    Apoio de mídia: EPBR

    A interligação entre política, economia e energia é premente e urgente. Coadunar variáveis e interesses tão díspares em termos de políticas públicas, o papel do estado e da iniciativa privada no futuro econômico no pais é um desafio enorme. Para isso a FGV Energia trouxe líderes mulheres que estão pensando, trabalhando e fazendo acontecer nessas esferas essenciais ao crescimento do Brasil hoje. O futuro não tem gênero, mas as discussões sim.

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    FGV Energia
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  • Palestrantes: Anabal Santos - ABPIP; Kelly Angelim - Plataforma EnergyC; e Kélvia Albuquerque - Ministério da Economia

    Moderadora: Fernanda Delgado - FGV Energia

    Apoio institucional: EPBR

     

    O Brasil está passando por uma importante fase de transição no ambiente onshore. Com a saída do operador dominante, observa-se a criação de um mercado com novos agentes econômicos trazendo pluralidade, diversidade e dinamicidade. 

    Para garantir um ambiente de múltiplos atores, trazendo novas empresas e investimentos para o mercado de óleo e gás em terra, se faz necessário adequar a regulação existente de modo a incentivar que esse cenário se realize de forma mais célere e efetiva.  

    Simplificar e flexibilizar o arcabouço regulatório aplicado às operações desses campos onshore tem como maior motivação a possibilidade de atribuir maior competitividade e, assim, atrair mais investimentos. O que se tem como consequência é o melhor uso dos recursos naturais disponíveis para aumentar a oferta de emprego e renda à população do seu entorno.  

    Esse é o mote do PROJETO CARO - Simplificação e proporcionalidade para a regulação das operações onshore.

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    FGV Energia
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  • Palestrantes: Adriana Erthal Abdenur - Plataforma Cipó; Fernanda Delgado - FGV Energia; Márcio Zanetti - The Economist Intelligence Unit; Marlos Lima - FGV DINT; e Paulo Sotero - Wilson Center

    Moderador: Felipe Maciel - EPBR

    Co-Realização: The Economist e EPBR

     

    Um tema pouco falado no Brasil desde o início do caos pandêmico tem sido as eleições norte-americanas. Acredita-se que estas não deverão ser apenas uma usual escolha de presidente ou alternância de partido político. Entende-se que são grandes as chances de um governo mais moderado e colaborativo do ponto de vista das relações internacionais, capaz de um novo contrato social e um ajustamento ao novo jogo de poder multipolar. 

    Nesse esteio, quais as implicações dessas eleições para o Brasil do ponto de vista politico, colaborativo e energético? Como fica a agenda ambiental e energética brasileira alinhada com o atual presidente americano, no caso de um novo presidente? Como ajustar o descompasso, o isolamento e, em alguma medida, a hostilidade da política externa brasileira?

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