No Informe de Óleo & Gás e Biocombustíveis de Janeiro de 2026, destacamos as perspectivas de crescimento da oferta global de milho, que podem impulsionar a produção de etanol na safra 2025/2026. Estimativas da Argus apontam que o volume global pode atingir 1,3 bilhão de toneladas, sustentando exportações recordes dos Estados Unidos e do Brasil. Assim, o avanço do etanol de milho brasileiro surge como peça-chave para reduzir a dependência externa e atender ao crescente consumo industrial e alimentar.         

Em fechamento oficial do ano de 2025, a IEA divulgou que produção global de petróleo registrou um crescimento de 3,1 MMbbl/d, devido à retomada do aumento da produção por parte dos países da OPEP+ e o ramp-up de ativos petrolíferos no continente americano, especialmente no Brasil, Canadá, Estados Unidos e Guiana  Na seção “De olho no mercado, o acirramento das tensões geopolíticas, em 2026, tende a ampliar as incertezas no mercado global de petróleo e gás, aprofundando o processo de fragmentação geoe- conômica em curso. Entre os potenciais focos de instabilidade destacam-se a Venezuela, o Ártico, o Irã e a Rússia

No mercado de gás nacional, o governo do Rio de Janeiro optou pela relicitação das concessões da CEG e CEG Rio, e a ANP aprovou desconto de 15% nas tarifas de transporte para contratos de longo prazo, visando ampliar a competitividade das termelétricas no LRCAP previsto para março de 2026.

Por fim, no Mercado de Biocombustíveis, em janeiro de 2026, o estoque de CBIOs acumulou 21,21 milhões de títulos na B3, concentrados majoritariamente nos emissores (71%), enquanto distribuidoras detinham 28,4%. A ANP estabeleceu a meta anual em 48,09 milhões de CBIOs, com 2,02 milhões já aposentados em janeiro (4,2% do total).

Boa leitura!

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